sexta-feira, 26 de outubro de 2012


 

CICLO DE PALESTRAS

 

COMITÊ LOCAL DE ALFABETIZAÇÃO / 2012

 

 

TEMA: As dimensões da alfabetização nos livros didáticos

                       

PÚBLICO ALVO: Professores alfabetizadores e pedagogos

 

OBJETIVO

 

Refletir sobre as abordagens de ensino da língua materna nos livros didáticos a partir das três dimensões da alfabetização: leitura, produção de textos orais e escritos, conhecimentos sobre o sistema de escrita.

 

SEGUNDO ENCONTRO: 30/10/2012

 

PALESTRAS:

ü     Propostas de produção de texto no livro Vivenciando a Linguagem

       Josiane da Silva Souza (EMEF “Abel Bezerra”) e Aline Cristina Pimentel Pereira (EMEF “Djanira Maria de Araújo”)

ü    O trabalho com as relações sons e letras no livro Porta Aberta

        Elis Beatriz de Lima Falcão (SEDU – DE)

 

LOCAL: Centro de Formação “Professor Pedro Valadão Perez”

 

HORÁRIO: 18h 30 às 21h

segunda-feira, 27 de agosto de 2012




Está disponível na versão on-line o livro lançado no lançamento da Sociedade
Brasileira de Alfabetização (SBAlf): Alfabetização no Brasil: uma história de sua história.
No livro encontramos artigos de pesquisadoras sobre alfabetização em todo o Brasil, do Espírito Santo temos artigo das professoras Claudia Gontijo e Cleonara Maria Schwartz.
 

domingo, 26 de agosto de 2012



A Fundação Biblioteca Nacional (FBN/Minc) lançou, na última quinta-feira, o edital de convocação para a edição 2012 do Prêmio Vivaleitura. Há pelo menos duas grandes novidades. A primeira é que a quantidade de prêmios em dinheiro subiu de três para 18 (antes, era só o primeiro em cada uma das três categorias - “Bibliotecas públicas, privadas e comunitárias”, “Escolas públicas e privadas” e “Sociedade”; a partir de agora, os seis primeiros em cada categoria passam a receber R$ 30 mil) como reconhecimento pelas ações desenvolvidas. Outra mudança é que, a partir de agora, a FBN, por intermédio do Proler, vinculado à Coordenação de Geral de Leitura da Diretoria do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas (DLLLB), está coordenando a ação. O prêmio, que em 2011 foi oficializado em decreto da presidenta Dilma Rousseff, integra oficialmente o Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL). E continua tendo apoio do MEC, OEI (Organização dos Estados Ibero-americanos), Consed (Conselho de Secretários de Estado da Educação), Undime (União dos Dirigentes Municipais de Educação), Fundação Banco do Brasil e Fundação Santillana. As inscrições estão abertas até o final de setembro e poderão ser feitas via internet, pelo site www.premiovivaleitura.org.br, ou via postal, como carta registrada.

Leia o edital:
 http://www.in.gov.br/imprensa/visualiza/index.jsp?jornal=3&pagina=16&data=16/08/2012

terça-feira, 24 de julho de 2012

Sociedade Brasileira de Alfabetização -SBAlf

No dia 18/07/12 aconteceu no 18º Congresso de Leitura do Brasil (COLE), na Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) a Assembleia de criação da SOCIEDADE BRASILEIRA DE ALFABETIZAÇÃO - SBAlf.

A criação da SBAlf começou a ser cogitada em 2009 durante a 32ª Reunião Anual da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (ANPED), sendo que em 2011 teve apoio de instituições, eventos e fóruns, inclusive do Fórum Permanente de Alfabetização, Leitura e Escrita do Espírito Santo (FOPALES).


São os principais objetivos da SBAlf:


* congregar representantes da sociedade civil, tais como, pesquisadores vinculados a grupos/núcleos e centros de pesquisa voltados à produção e divulgação de conhecimentos sobre alfabetização; professores do ensino superior e da educação básica, associações/sindicatos, organizações não governamentais relacionados com a alfabetização, dentre outros interessados;

* constituir-se como referência para todos os envolvidos com políticas, pesquisas e práticas de alfabetização no Brasil, caracterizando-se como instância algutinadora, propositora e moderadora de políticas e propostas para alfaebtização no país, analisando pesquisas, políticas e ações educacionais e controbuindo para o fortalecimento da representação da sociedade civil no diálogo de pesquisadores e preofessores com órgãos governamentais;


* propiciar, sem prejuízo de sua autonomia política e científica, meios de articulação adequada com diferentes entidades congêneres do Brasil e do exterior.


terça-feira, 22 de maio de 2012

CICLO DE PALESTRAS
COMITÊ LOCAL DE ALFABETIZAÇÃO / 2012

TEMA: As dimensões da alfabetização nos livros didáticos
PÚBLICO ALVO: Professores alfabetizadores e pedagogos
OBJETIVO
Refletir sobre as abordagens de ensino da língua materna nos livros didáticos a partir das três dimensões da alfabetização: leitura, produção de textos orais e escritos, conhecimentos sobre o sistema de escrita, a fim de contribuir com o processo de escolha - PNLD/2013.

PRIMEIRO ENCONTRO: 23/05/2012
PALESTRA: A dimensão da leitura nos livros didáticos de alfabetização
 
PALESTRANTES: Dilza Côco (IFES, PPGE/UFES) e Fabricia Pereira de Oliveira Dias (SEDU/PMS, PPGE/UFES)
 
LOCAL: Centro de Formação “Prof. Pedro Valadão Perez” – Bairro de Fátima
 
HORÁRIO: 18h 30 às 21h 30

domingo, 25 de março de 2012

Congresso Infância e Pedagogia histórico-crítica

De 18 a 20 de junho de 2012, será realizado na Universidade Federal do Espírito
Santo (UFES) o Congresso “Infância e Pedagogia histórico-crítica”. O objetivo é
discutir a infância sob a perspectiva da pedagogia histórico-crítica, colaborando
com o debate acadêmico sobre as teorias pedagógicas. Serão realizadas mesasredondas
com a participação de pesquisadores da área e uma sessão de
apresentação de trabalhos. As atividades serão desenvolvidas no
campus
Goiabeiras da UFES, em Vitória.

Visite:
http://pedagogiahistoricocritica.blogspot.com/

Informações:
pedagogiahistoricocritica@gmail.com

Contamos com a participação de todos!

Apoio:

Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE-UFES)

Colegiado de Pedagogia (UFES)

Grupo de Pesquisa "Estudos Marxistas em Educação"

UFES
 

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Ministro da Educação Aloizio Mercadante fala sobre Alfabetização

Mercadante diz que desafio é alfabetizar na idade certa

Por Demétrio Weber (demetrio@bsb.oglobo.com.br) | Agência O Globo – sáb, 11 de fev de 2012

BRASÍLIA - O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, quer dar um bônus em dinheiro para escolas da rede pública que atingirem metas de alfabetização de crianças com idade até 8 anos. A proposta fará parte do programa Alfabetização na Idade Certa, a ser lançado em breve. Outra prioridade, segundo o ministro revelou nesta sexta-feira, será aperfeiçoar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), mudando a forma de correção das redações.
O GLOBO: É bom ser ministro da Educação?
ALOIZIO MERCADANTE: É um imenso desafio. Acho que o cargo público mais estratégico é a educação, em todos os níveis. Porque é o problema estrutural mais grave do Brasil e é a condição para que o país possa ascender à condição de país desenvolvido.
Das 6 mil creches prometidas pela presidente Dilma Rousseff até 2014, quantas estarão em funcionamento no prazo?
MERCADANTE: Depende da velocidade de construção das prefeituras. Não temos essa resposta hoje.
Pode ser que a presidente precise de mais um mandato, então, para cumprir a promessa?
MERCADANTE: Dissemos que teríamos seis mil creches em construção nesses próximos quatro anos (2011-2014). Como é o Minha Casa, Minha Vida: a casa fica pronta quando fica pronta, mas está contratada, está sendo construída. A performance das prefeituras está lenta para a velocidade que o governo federal quer.
Quais são os principais problemas da educação no Brasil?
MERCADANTE: O primeiro grande desafio educacional do Brasil, que vai ser uma das marcas e prioridades da nossa gestão, é alfabetizar na idade certa. Se a criança não está alfabetizada, não domina as primeiras contas, o futuro educacional está comprometido.
O que será feito?
MERCADANTE: Vamos lançar um programa, criar estímulos, estabelecer metas, avaliar o desempenho. Se você resolver isso, cria condições muito melhores para superar o analfabetismo funcional que está ao longo de toda a rede educacional hoje.
No que vai consistir o novo programa?
MERCADANTE: Desde monitores para acompanhar o processo de formação das escolas envolvidas até a formação continuada dos professores no processo de preparação para a alfabetização, material pedagógico estruturado, bônus para as escolas que performarem as metas estabelecidas. Estamos concluindo as discussões.
Bônus em dinheiro?
MERCADANTE: Pode ser inclusive em dinheiro. É muito mais barato aprimorar as condições para as escolas alfabetizarem na idade certa do que tentar recuperar as crianças que não aprenderam a ler e escrever. Para o Estado brasileiro, é muito mais eficiente e econômico dar toda a contrapartida possível para resolver essa meta.
Há dinheiro para isso?
MERCADANTE: Se eu colocar menos (dinheiro no bônus) do que vou gastar com as crianças que vão ter repetência e aceleração, economicamente estou aumentando a eficiência do gasto público.
Como o senhor vai saber se as crianças foram alfabetizadas?
MERCADANTE: Avaliando. Vamos criar uma metodologia de avaliação pedagógica das crianças.

O senhor anunciou a intenção de distribuir tablets a até 600 mil professores do ensino médio este ano, além de lousas digitais.
MERCADANTE: O professor, com esse material, vai poder preparar a aula e expor o que encontrou na internet. Somos o terceiro país que mais vende computador no mundo. A cultura dessa nova geração do século 21 é digital. O professor é analógico, um imigrante digital. Você precisar dar, especialmente à população mais pobre, esse direito. Porque os outros já têm.
O que o senhor pensa sobre o Enem?
MERCADANTE: O Enem é muito importante para a educação brasileira. Basta olhar para qualquer país da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico): todos têm um instrumento semelhante. O Enem é um processo recente, portanto, sujeito a erros, mas houve uma melhora importante na logística. O MEC não tem culpa de o Brasil ser tão grande e tão diverso.
O senhor pretende mexer no Enem?
MERCADANTE: Um elemento que vai ter que ser aprimorado é a correção da redação. Como a correção da redação tem sempre uma certa subjetividade, precisamos criar procedimentos de rigor e critérios de correção que deem mais objetividade, que diminuam o desvio-padrão na correção.
Como será feito isso?
MERCADANTE: Temos várias propostas sendo analisadas.
O senhor está pensando em aumentar o número de pessoas que avaliam cada redação?
MERCADANTE: É uma das hipóteses.
Hoje são dois avaliadores que leem cada texto e, em caso de disparidade, um terceiro entra em cena.
MERCADANTE: Isso mostrou que não é suficiente para o nível de exigência que o Enem precisa. Vamos aumentar o rigor e a convergência na análise para ter mais objetividade na redação, que é um dos pontos vulneráveis no sistema. Agora, o que é muito importante dizer para os alunos: continuem estudando, porque o que vale mesmo é estudar.
O projeto de Plano Nacional de Educação enviado ao Congresso pelo governo prevê aumentar o investimento público em ensino para 7% do PIB, embora entidades do setor reivindiquem 10%.
MERCADANTE: O que nós temos de novo para poder dar um salto: o pré-sal. Os royalties são para você preparar a economia pós-petróleo. Porque o pré-sal é uma energia não-renovável. As futuras gerações não terão acesso. O que podemos fazer era vincular pelo menos 30% dos recursos do pré-sal para educação, ciência e tecnologia. Municípios, estados e União. E fazer um grande pacto de que pelo menos durante uma década a prioridade vai ser investir em educação.